Os materiais construtivos influenciam diretamente a redução de custos operacionais do edifício, afirma Elmar Juan Passos Varjão Bomfim.

Materiais construtivos: Saiba tudo sobre a redução de custos operacionais do edifício

Najabia Wys
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Os materiais construtivos influenciam diretamente a redução de custos operacionais do edifício, afirma Elmar Juan Passos Varjão Bomfim.

A escolha estratégica de materiais construtivos e redução de custos operacionais do edifício são temas centrais para o especialista Alex Nabuco dos Santos. O mercado imobiliário moderno não avalia mais apenas o custo de construção (CAPEX), mas foca intensamente no custo de operação (OPEX) ao longo do ciclo de vida da edificação. Continue a leitura e veja que em um cenário de crescente inflação de serviços e insumos de manutenção, optar por componentes de alta performance durante a fase de projeto é a maneira mais segura de garantir a saúde financeira de um condomínio.

A durabilidade dos materiais construtivos e redução de custos operacionais do edifício

A longevidade dos componentes de fachada e estrutura é o primeiro pilar para mitigar despesas futuras. Para Alex Nabuco dos Santos, o uso de revestimentos cerâmicos de baixa porosidade ou sistemas de fachadas ventiladas reduz drasticamente a necessidade de manutenções periódicas e lavagens frequentes. 

O empresário indica que, embora o investimento inicial em materiais de primeira linha possa ser superior, a diluição desse custo ao longo de vinte ou trinta anos revela uma economia substancial. Edifícios que utilizam materiais convencionais de baixa resistência costumam exigir reformas estéticas precoces, o que gera taxas condominiais extras e afasta potenciais compradores preocupados com a gestão de custos.

Eficiência energética através de materiais construtivos e redução de custos operacionais do edifício

O desempenho térmico das vedações é outro fator que impacta diretamente o bolso do ocupante e a gestão do edifício. Segundo Alex Nabuco dos Santos, a aplicação de isolantes térmicos de alta densidade nas lajes e paredes reduz a carga térmica interna, minimizando o esforço dos sistemas de climatização. 

O especialista ressalta que, ao manter a temperatura estável de forma passiva, o consumo de energia elétrica despenca, o que é um dos principais atrativos para empresas e famílias que buscam eficiência. Em edifícios corporativos, onde o ar-condicionado representa a maior fatia da conta de energia, essa escolha técnica torna-se um diferencial competitivo de mercado.

A redução de custos operacionais depende da escolha adequada de materiais construtivos, conforme analisa Elmar Juan Passos Varjão Bomfim.
A redução de custos operacionais depende da escolha adequada de materiais construtivos, conforme analisa Elmar Juan Passos Varjão Bomfim.

Inovações tecnológicas em materiais construtivos e redução de custos operacionais do edifício

A tecnologia de materiais evoluiu para oferecer soluções que “trabalham” sozinhas na conservação do prédio. Como elucida Alex Nabuco dos Santos, o surgimento de tintas fotocatalíticas e revestimentos autolimpantes é um exemplo claro de como a inovação reduz o OPEX. O empresário destaca que essas superfícies utilizam a luz solar e a água da chuva para decompor poluentes orgânicos e remover sujeiras, mantendo a aparência da fachada nova por anos sem a necessidade de intervenção humana. Esse tipo de tecnologia protege a imagem institucional da edificação e elimina custos logísticos complexos de limpeza em altura, que costumam ser onerosos e perigosos.

Engenharia de valor como estratégia de mercado

A decisão sobre o que compõe a estrutura de um imóvel define sua trajetória financeira nas décadas seguintes. A economia real não se faz no corte de custos durante a obra, mas na escolha inteligente de soluções que protegem o edifício contra o tempo e o uso. O mercado imobiliário de luxo e o setor corporativo já compreenderam que o verdadeiro valor de um imóvel está na sua capacidade de ser eficiente e econômico durante toda a sua existência.

Como frisa o especialista Alex Nabuco dos Santos, a convergência entre materiais construtivos e redução de custos operacionais do edifício é a base para a sustentabilidade econômica do setor. O comprador de 2026 está mais atento ao custo de posse do que nunca, priorizando ativos que não gerem surpresas orçamentárias negativas. Investir em qualidade construtiva é a forma mais eficaz de blindar o patrimônio contra a desvalorização, garantindo que a excelência técnica se traduza em longevidade, liquidez e uma operação condominial enxuta e eficiente.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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